Resta-nos assistir.. Outubro 05, 2020

Após mais de 500 posts e quase 2 anos de actividade, AcordaPortugal.pt chega ao fim.

A degradação da sociedade como um todo, bem como a degradação dos valores e cultura intrínsecos a cada país vai continuar e será cada vez mais perceptível; a corrupção política continuará impune; a propaganda de conteúdo sem objectivo de informar mas de formatar adultos, jovens e crianças acentuar-se-à com a conivência de partidos e comunicação social.

The point of modern propaganda isn't only to misinform or push an agenda. It is to exhaust your critical thinking, to annihilate truth.

Agradecer a quem por aqui passou. Resta-nos assistir à degradação, mas não fim, da sociedade, o que é ainda mais penoso.

O site manter-se-à activo até finais de Dezembro

Suiça: muçulmano mata português

Um muçulmano de original Turca matou um português enquanto este jantava num restaurante com a sua namorada, na Suiça. Os dois indivíduos não eram conhecidos um do outro e o crime foi tratado como um acto terrorista pelas autoridades suiças.
Suiça: muçulmano mata português
Omer A. de 29 anos e origem Turca, está acusado de assassinar um português, de forma aleatória, enquanto este jantava com a sua namorada num restaurante. As autoridades iniciaram imediatamente a caça ao homem e após o encontrarem ainda com a arma do crima e uma cópia do livro alcorão, justificou o seu crime como uma vingança contra o estado suiço e para vingar o profeta.

Este muçulmano tinha sido considerado um perigo para a segurança interna e externa da Suiça em 2017 pelos Serviços de Inteligência, por ter um perfil psicológico instável e potencialmente violento, para além das suas ligações com simpatizantes da causa jihadista. Tem no seu cadrastro vários incidentes como atear fogos, violência física, entre outros.

A vítima (na foto), joão Azevedo, tinha 29 anos e faleceu no local, era residente na zona e trabalhava numa empresa de transportes.

Derivado da incompetência MUNDIAL, dos líderes que nos representam, mais uma pessoa, desta vez portuguesa, faleceu às mãos de uma cultura retrógrada.