Ricardo Araújo Pereira um fantoche do Politicamente Correcto?

As mais recentes intervenções, sobretudo no Governo de Sombra, do Ricardo acerca das quotas de género; feminismo e outras doenças similiares obrigam-nos a ter uma de três percepções.
Ricardo Araújo Pereira um fantoche do Politicamente Correcto?
  • Que ele é burro (que não é)
  • Que ele é mau jornalista (que é)
  • Que faz-se despercebido e segue a onda do radicalismo do politicamente correcto

Ricardo é maioritariamente conhecido - e bem - pela sua vertente humorística, mas a sua opinião no programa português de rádio e televisão Governo Sombra, do qual sou ouvinte assíduo, Ricardo deixa-nos conhecer o seu lado opinativo político e social, com umas piadas à mistura, mas que apontam para as ideias que defende. No episódio de 20-07-2019 disponível no Youtube a primeira intervenção é de Ricardo sobre o assunto "Primeira vez uma mulher Presidente da Comissão Europeia".

Ricardo congratula-se por finalmente haver uma mulher como Presidente da Comissão Europeia e justifica-o dizendo que:

Há décadas que as mulheres são mais do que os homens na universidade e depois são muito menos do que os homens no parlamento, no governo, em vários cargos de poder.

Ricardo Araújo Pereira
Talvez isto seja novo para o Ricardo, mas está sempre a tempo de aprender: as mulheres, como os homens, devem ser contratadas com base na sua experiência, currículo, notas curriculares, personalidade profissional e outros factores e não com base se tem um pipi ou uma pilinha. Nenhum empregador decente pensa: "bem deixa-me cá contratar duas moças roliças para manter as quotas de género cá da empresa".

Ricardo, se eu tiver 20 vagas de emprego disponíveis e se houverem 40 candidaturas das quais 20 são homens e 20 são mulheres, há a possibilidade de eu contratar os 20 homens como há a possibilidade de contratar as 20 mulheres. Não me interessa o género, interessa-me as mais valias que vão gerar para a empresa.