Inês de Medeiros lamenta o facto dos deputados não terem direito a um fundo de desemprego

A presidente da Câmera de Almada, socialista e que recebeu subsídios indevidos do estado por declarar uma morada de residência falsa em Paris, veio agora a público reclamar por direitos.
Inês de Medeiros lamenta o facto dos deputados não terem direito a um fundo de desemprego
Inês de Medeiros que faz parte do grupo "Os Carlos César de Portugal", concedeu uma entrevista onde se diz muito preocupada com o facto dos deputados não receberem fundos de desemprego após saída do hemiciclo.

Esta senhora, a par do Primeiro Ministro António Costa e como Santana Lopes referiu na sua mensagem de Ano Novo, deve viver num país totalmente diferente do que nós vivemos. Mas há algum caso em que um deputado depois de cessar as suas funções públicas, tenha uma abrupta descida na qualidade de vida?

Esta socialista que pensa que todos os Portugueses comem gelados com a testa, esquece-se de referir que um deputado recebe:
  • Salário base
  • Ajudas de custo para presença em trabalho parlamentar
  • Despesas de Representação
  • Subsídio de deslocação fixo ao abrigo da Constituição
  • Deslocações entre o local de residência e a Assembleia da República
  • Deslocações em trabalho político

O deputado Ascenso Simões decidiu publicar, há uns meses atrás, o seu recibo de vencimento com todas as nuances acima descritas e em termos líquidos este deputado auferiu 5.614,55€. O salário base ilíquido de um deputado é de 3.624,41€, o que significa que uma boa parcela é recebida em ajudas/subsídios.